Barco à deriva: corpo de jovem é encontrado no Rio Paraná; veja o que se sabe

Após a confirmação, bombeiros retiraram o estudante da água, enquanto a Polícia Militar (PM) isolou a região até que os profissionais do IML e da Criminalística

24/02/2026 20h24 - Atualizado há 1 semana

Foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Umuarama, na tarde desta terça-feira (24), o corpo de Pedro Manoel Maldonado, de 22 anos, que estava desaparecido no rio Paraná desde a tarde do último domingo (22). Ele foi encontrado por testemunhas que avistaram o corpo a quase cinco quilômetros de onde o barco havia sido encontrado no dia do desaparecimento, em Porto Figueira, no município de Alto Paraíso.

Após a confirmação, bombeiros retiraram o estudante da água, enquanto a Polícia Militar (PM) isolou a região até que os profissionais do IML e da Criminalística realizassem trabalhos de perícia no local e, posteriormente, o recolhimento do corpo.

De acordo com o IML de Umuarama, o procedimento padrão é a identificação oficial, que pode ser feito de três formas diferentes. A primeira, que ocorre em casos em que o cadáver está em condições favoráveis, é feita por meio da identificação por impressões digitais (papiloscopia). Nesses casos, o processo de encaminhamento para velório ocorre no mesmo dia.

Quando não é possível a identificação via impressões digitais, as alternativas são de reconhecimento por arcada dentária, que pode demorar em torno de 15 dias; e por exames laboratoriais de reconhecimento de DNA, processo mais demorado que pode levar de 60 a 90 dias.

Buscas

A localização ocorreu por volta das 7h30. A esposa de Pedro Maldonado esteve presente no momento e se demonstrou muito abalada com a situação. Desde o desaparecimento, familiares, amigos e a população de Alto Paraíso seguiam com esperança de encontrar o jovem estudante de Agronomia com vida, e por isso auxiliavam nas buscas do Corpo de Bombeiros com suas próprias embarcações.

Ao todo foram utilizadas seis embarcações civis, além de uma equipe da Marinha Brasileira, do Coripa, da lancha do Corpo de Bombeiros de Umuarama e de um drone Harpia 24, que na segunda-feira (23). 

Nesta terça (24) a extensão das buscas seria ampliada, porém a localização se deu cerca de uma hora após o início dos trabalhos.

Enquanto as buscas aconteciam, toda a população de Alto Paraíso seguia unida em orações para que Pedro fosse encontrado com vida. Centenas de pessoas manifestaram seus sentimentos de esperança através das redes sociais.

O desaparecimento

Estudante de agronomia na Uningá e morador de Alto Paraíso, Pedro Maldonado era uma pessoa muito conhecida no município, tendo o hábito de pescar na região onde desapareceu. O pai é motorista de ambulância no município e a mãe é professora em um CMEI (Centro Municipal de Educação Infantil).

As informações repassadas pelo Corpo de Bombeiros são que ele teria saído para uma atividade de lazer com sua embarcação, supostamente para preparar pontos de pesca visando a abertura da temporada no mês de março. Enquanto o estudante navegava pelo Rio Paraná, houve algum tipo de incidente – que deve ser investigado pelas autoridades – que resultou em seu desaparecimento.

Ao todo foram utilizadas seis embarcações civis, além de uma equipe da Marinha Brasileira, do Coripa, da lancha do Corpo de Bombeiros de Umuarama e de um drone Harpia 24, que na segunda-feira (23). 

Nesta terça (24) a extensão das buscas seria ampliada, porém a localização se deu cerca de uma hora após o início dos trabalhos.

Enquanto as buscas aconteciam, toda a população de Alto Paraíso seguia unida em orações para que Pedro fosse encontrado com vida. Centenas de pessoas manifestaram seus sentimentos de esperança através das redes sociais.

O desaparecimento

Estudante de agronomia na Uningá e morador de Alto Paraíso, Pedro Maldonado era uma pessoa muito conhecida no município, tendo o hábito de pescar na região onde desapareceu. O pai é motorista de ambulância no município e a mãe é professora em um CMEI (Centro Municipal de Educação Infantil).

As informações repassadas pelo Corpo de Bombeiros são que ele teria saído para uma atividade de lazer com sua embarcação, supostamente para preparar pontos de pesca visando a abertura da temporada no mês de março. Enquanto o estudante navegava pelo Rio Paraná, houve algum tipo de incidente – que deve ser investigado pelas autoridades – que resultou em seu desaparecimento.


FONTE: CGN
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