Paraná se torna o 5º maior colégio eleitoral do Brasil com mais de 8,6 milhões de eleitores
Estado ultrapassa o Rio Grande do Sul e reforça seu peso nas eleições de 2026; Curitiba segue liderando em número de eleitores
O Paraná passou a ocupar a quinta posição entre os maiores colégios eleitorais do Brasil. De acordo com dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o estado conta com 8.609.026 eleitores aptos a votar nas Eleições Gerais de 2026, representando 5,42% do eleitorado nacional. Com isso, o Paraná ultrapassou o Rio Grande do Sul e agora fica atrás apenas de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia.
A capital Curitiba permanece como o maior colégio eleitoral do estado, reunindo 1.410.995 eleitores. Na sequência aparecem Londrina (393.986), Maringá (301.817), Ponta Grossa (258.079), Cascavel (239.319), São José dos Pinhais (227.068) e Foz do Iguaçu (206.944). Segundo o presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), desembargador Luciano Carrasco Falavinha Souza, a nova posição consolida a relevância do Paraná no cenário político nacional.
Os dados também mostram mudanças no perfil do eleitorado paranaense. As mulheres representam aproximadamente 53% dos eleitores, enquanto a faixa etária de 40 a 44 anos concentra o maior número de votantes, com mais de 826 mil pessoas. Além disso, o estado possui cerca de 823 mil eleitores entre 30 e 39 anos e aproximadamente 77 mil adolescentes de 15 a 17 anos aptos a votar. Outro destaque é o avanço do cadastramento biométrico, que coloca o Paraná na segunda posição nacional entre os estados com maior percentual de eleitores cadastrados.
Na Região Sul, o eleitorado total chegou a 22.861.012 pessoas, crescimento de 1,34% em relação às eleições de 2022. Em todo o Brasil, são 158.745.463 eleitores, alta de 1,46% na comparação com o último pleito. Nas eleições de 2026, os brasileiros irão às urnas para escolher presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro, com eventual segundo turno para presidente e governador, quando necessário.