Mulher erra próprio número e faz Pix de R$ 1,5 mil para conta errada no Paraná

No entanto, ao digitar o dado, a mulher inseriu o número incorretamente, efetuando a transação para outra pessoa. O valor de R$ 1.500,00 foi transferido

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Mulher erra próprio número e faz Pix de R$ 1,5 mil para conta errada no Paraná
Imagem ilustrativa

Uma moradora de Kaloré, no norte do Paraná, procurou a Polícia Militar na manhã desta quarta-feira (6) após cometer um erro em uma transação via PIX. Segundo o boletim de ocorrência, a mulher, de 54 anos, relatou que tentou transferir R$ 1.500,00 para a própria conta, mas acabou enviando o valor para uma pessoa desconhecida ao digitar incorretamente a chave do PIX.

 

O caso aconteceu no sábado (2), por volta das 7h35. A vítima informou que utilizou o número de telefone como chave, mas, ao inserir o dado errado, a quantia foi transferida para uma conta no banco digital Nu Pagamentos (Nubank). A transação partiu de sua conta em uma cooperativa de crédito.

 

“Na hora, achei que estava tudo certo. Quando fui conferir, percebi que o dinheiro tinha ido para outra pessoa. Tentei entrar em contato, mas ninguém respondeu”, disse a vítima, que preferiu não se identificar.

 

Após a tentativa frustrada de reaver o valor, ela buscou orientação em sua agência bancária, onde foi aconselhada a procurar as autoridades. “O gerente me disse que, como o valor já tinha sido enviado, eu deveria registrar um boletim de ocorrência para que o caso fosse investigado”, acrescentou.

 

A Polícia Militar registrou a ocorrência como apropriação indébita. De acordo com o comandante do destacamento local, casos como esse têm se tornado mais frequentes com a popularização das transferências instantâneas.

 

“Mesmo que o erro tenha sido da vítima, a pessoa que recebeu o dinheiro indevidamente e se recusa a devolver pode responder criminalmente, principalmente se houver provas de que foi avisada sobre o equívoco”, explicou um policial.

 

O caso foi encaminhado para a Polícia Civil, que dará sequência às investigações para tentar identificar o titular da conta que recebeu o valor. Até o momento, não há informações sobre a recuperação do dinheiro ou medidas judiciais por parte da vítima.


FONTE: CGN
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