Retatrutida ainda não é aprovada para uso e Anvisa alerta para riscos de produtos irregulares

Medicamento segue em fase de estudos e não possui registro em nenhuma agência reguladora do mundo

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Retatrutida ainda não é aprovada para uso e Anvisa alerta para riscos de produtos irregulares
Imagem ilustrativa gerada por IA/Diego Cavalcante

A busca por medicamentos para o tratamento da obesidade e do diabetes tem aumentado significativamente nos últimos anos, mas a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) faz um alerta importante: a retatrutida ainda é um medicamento experimental e não está aprovada para comercialização em nenhum país. Segundo a agência, a empresa responsável pelo desenvolvimento do produto sequer solicitou o registro à Anvisa ou a qualquer outra autoridade regulatória internacional.

Apesar disso, o medicamento tem sido anunciado em sites irregulares e até apreendido em operações de combate ao contrabando nas fronteiras brasileiras. A Anvisa reforça que, antes de qualquer medicamento chegar ao mercado, ele precisa passar por rigorosos estudos para comprovar sua segurança, eficácia e qualidade, além de definir doses adequadas, possíveis efeitos adversos e riscos de interação com outros medicamentos.

O órgão destaca que utilizar produtos sem registro sanitário representa sérios riscos à saúde, pois não há garantia sobre a composição, a qualidade, a concentração do princípio ativo ou as condições de fabricação e armazenamento. Além disso, a comercialização de medicamentos irregulares é considerada crime previsto no Código Penal. A orientação da Anvisa é que a população jamais utilize medicamentos sem registro, já que eles estão fora de todo o sistema de controle sanitário criado para proteger a saúde dos consumidores.

 


FONTE: CGN
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